O que são Áreas Classificadas e Atmosferas Explosivas?

E ai pessoal, joinha?

Para o post de hoje eu havia pensado em dar continuidade à nossa sequência de publicações sobre os diversos tipos de protocolos para Redes Industriais existentes atualmente. E eu havia pensado em falar sobre o protocolo FOUNDATION fieldbus. Porém, este protocolo, assim como o Profibus PA e o HART, foi desenvolvido para trabalhar, inclusive, em Áreas Classificadas. E eu cometi uma pequena falha no artigo sobre Profibus PA, não explicando a necessidade de se ter um protocolo específico para trabalhar em Áreas Classificadas. Para se falar sobre essas áreas é preciso falar sobre Atmosferas Explosivas. Então, eu decidi escrever sobre estes assuntos, antes de dar continuidade aos protocolos. Neste artigo vocês verão, DE FORMA SIMPLES, o que é uma Área Classificada e Atmosfera Explosiva e entenderão a necessidade de se ter protocolos específicos para trabalharem nesses locais.

Então…vamos lá…

Área Classificada é a classificação da planta, quando uma planta esta identificada como zonas. Essas zonas indicam a quantidade de mistura explosiva existente no local e são classificadas em Zona 0, Zona 1 e Zona 2.

De acordo com [1] e [3]:

Zona 0: Local onde a formação de uma mistura explosiva é contínua ou existe por longos períodos.

Zona 1: Local onde a formação de uma mistura explosiva é provável de acontecer em condições normais de operação do equipamento de processo.

Zona 2: Local onde a formação de uma mistura explosiva é pouco provável de acontecer e, se acontecer, é por curtos períodos estando ainda associada à operação anormal do equipamento de processo.

Atmosfera Explosiva, de acordo com [2], é a mistura com o ar, em condições atmosféricas, de substâncias inflamáveis sob a forma de gases, vapores, névoas ou poeiras, na qual, após ignição, a combustão se propague a toda a mistura não queimada. Simplificando: é uma área onde existe a possibilidade de ocorrer explosões.

Para que ocorra uma explosão é necessário a combinação de três elementos:

  • Fonte de ignição: que podem ser faíscas elétricas ou efeito térmico (temperaturas muito elevadas);
  • Comburente: que neste caso é o oxigênio (como o ar é composto por oxigênio, então este elemento está presente em toda parte);
  • Substância inflamável ou combustível: gás, vapor, poeira combustível e fibra combustível.

OBS.: Explosão é a “propagação de uma zona de combustão a uma velocidade na ordem de m/s” (a velocidade de combustão para vapores de petróleo pode atingir 25m/s). Com forte ruído proveniente do aumento de pressão 3 a 10 bar. [1]

Um exemplo simples de Atmosfera Explosiva pode ser gerado dentro da nossa própria casa, quando deixamos o gás vazar por um certo tempo. Todos nós já ouvimos dizer que quando isso acontece, não devemos acender a lâmpada ou, muito menos, um fósforo ou isqueiro. O porque disto é simples: nossa cozinha já tem, naturalmente, oxigênio (presente no ar). O gás que vazou e tomou conta do ambiente é uma substância inflamável e está em contato com o oxigênio. Então já temos dois elementos presentes no ambiente. Se nós acendermos a lâmpada, vamos gerar uma faísca no interruptor…essa pequenina faísca, vai reagir com os outros dois elementos e vai causar a explosão. O mesmo pode acontecer se acendermos um fósforo ou um isqueiro. Mas não se assustem….a explosão vai ocorrer se o gás vazar por muito tempo e ‘tomar conta’ de todo o ambiente. Em um ambiente industrial considerado Atmosfera Explosiva, existe, naturalmente, a presença dos elementos comburente e substância inflamável/combustível. Então quer dizer que, se uma simples faísca elétrica for gerada, os três elementos reagem e ocorre a explosão. É daí que surge a necessidade de se desenvolver normas e equipamentos específicos para trabalharem nessas áreas.

A relação existente entre Áreas Classificadas e Atmosferas Explosivas é a seguinte: em Áreas Classificadas, sempre temos Atmosferas Explosivas (por exemplo, um tanque de armazenamento de álcool), porém, nem todos os lugares onde existem Atmosferas Explosivas são considerados Áreas Classificadas (por exemplo, a cozinha de casa com vazamento de gás). Quando se desenvolve um projeto para Áreas Classificadas, temos a certeza de que vamos trabalhar em Atmosferas Explosivas.

Veja abaixo uma relação de lugares que podem se tornar potencialmente explosivos [1]:

Pelo vazamento de gases e vapores:

  • Postos de gasolina;
  • Distribuidoras de GLP;
  • Comércio;
  • Hospitais;
  • Estações de tratamento de esgoto;
  • Galerias de concessionárias;
  • Condomínios etc.

Por poeiras combustíveis:

  • Indústrias alimentícias;
  • Farmacêuticas;
  • Carvão;
  • Madeira;
  • Cervejarias;
  • Moinhos;
  • Negro de fumo etc.

Por fibras combustíveis:

  • Indústrias Têxteis;
  • Papel e celulose;
  • Cereal etc.

Em uma indústria os requisitos de segurança estão sendo cada vez mais exigidos devido à necessidade de se proteger o patrimônio e, principalmente, os trabalhadores do local. Então, em ambientes industriais considerados Áreas Classificadas, exige-se o uso de equipamentos certificados para trabalharem nesses locais. Essa certificação assegura que uma possível faísca gerada dentro do equipamento, não causará uma explosão. Porém, nessas indústrias, existem vários ambientes que exigem diferentes ‘tipos’ de segurança. Esses ‘tipos’ são chamados de métodos de proteção e são classificados em:

  • Pressurizado;
  • Imersos em óleo;
  • Imersos em areia;
  • Encapsulados;
  • Segurança aumentada;
  • Prova de explosão;
  • Segurança intrínseca.

Os dois métodos mais usados nas indústrias são: Prova de Explosão e Segurança Intrínseca e são eles que eu vou explicar aqui no nosso artigo.

 

Prova de Explosão (Ex-d)

Quando dizemos que um equipamento é certificado como ‘a prova de explosão’, queremos dizer que, caso ocorra algum problema no circuito eletrônico dele que possa gerar uma faísca, o próprio equipamento será capaz de conter essa faísca dentro dele, não deixando que ela saia, pois se isto ocorrer, vai gerar uma explosão. (Confesso que quando ouvi o termo ‘prova de explosão’ a primeira vez, achei que, se houvesse uma explosão no lugar, o equipamento continuaria intacto…hahahahaha…aiai).

Este método é baseado no princípio do confinamento, já que ele consegue fazer com que a faísca fique confinada dentro do equipamento. Porém, ele pode ser colocado à prova caso haja no equipamento ou na instalação como um todo (prensa-cabo, conduíte etc) algum tipo de corrosão.

O princípio do confinamento requer o uso de quatro elementos na ‘construção’ e instalação do equipamento. Para a instalação são necessários unidade seladora, cabo e eletroduto, todos certificados para trabalharem nessas áreas e, para construção é necessário que o equipamento tenha um interstício. É por este elemento que a faísca vai sair do equipamento, porém, quando ela passar por ele, sua potência de destruição…rs…ficará menor e inofensiva, fazendo com que, quando ela chegar ao ambiente, ela não tenha força para causar a explosão. Veja a Figura 1.

Área Classificada (Atmosfera Explosiva) - Figura 1

Figura 1 – Prova de Explosão [1]

OBS.: Neste método não é permitido que se dê manutenção no equipamento, em campo.

 

Segurança Intrínseca (Ex-ia)

Este método tem como objetivo limitar a energia produzida em campo, fazendo com que este valor fique em um nível considerado seguro e insuficiente para causar uma ignição. O princípio utilizado aqui é o da Supressão. A Figura 2 ilustra bem o objetivo deste método.

Área Classificada (Atmosfera Explosiva) - Figura 2

Figura 2 – Segurança Intrínseca [1]

Para limitar a energia nessas áreas é necessário a instalação de uma Barreira de Segurança Intrínseca. É ela quem vai assegurar que os limites de tensão, corrente, potência, capacitância e indutância permaneçam sempre dentro de valores considerados seguros. Além disto, ela é instalada em uma Área não-Classificada, a uma certa distância da Área Classificada. Analogamente, a Barreira de Segurança Intrínseca é como se fosse o conjunto “Limitador de Energia, Energia Armazenada e Elemento de Campo”, da Figura 2.

Apenas ressaltando: Circuito com energia limitada, não resulta em centelhas com energia suficiente para causar uma explosão! [1]. Ver Figura 3.

O que é Área Classificada (Atmosfera Explosiva) - Figura 3

Figura 3 – Circuito com Energia Limitada [1]

Veja um exemplo de instalação em área com Segurança Intrínseca na Figura 4.

O que é Área Classificada (Atmosfera Explosiva) - Figura 4

Figura 4 – Instalação em Área com Segurança Intrínseca [1]

Os níveis considerados seguros na entrada e saída das barreiras são:

  • Uo= 25,2V <= Ui = 29,7V
  • Io=93mA <= Ii = 103mA
  • Po= 587mW <= Pi = 700mW
  • Lo=4,18mH >= Li+Lc = 3,6mH
  • Co=0,14μF >= Ci+Cc = 0,09μF

Bom….agora que falamos um pouco sobre as Áreas Classificadas e Atmosferas Explosivas e, que vocês viram como é delicado trabalhar nesses lugares, vem algumas perguntas: Porque existe a necessidade de se ter um protocolo de comunicação específico para se trabalhar em Área Classificada? Faz sentido que os equipamentos instalados sejam certificados para trabalharem nessas áreas. Mas porque o protocolo também tem que ser específico?

Então…é assim…existem normas de segurança que ditam as regras para instalações nessas áreas. No caso do protocolo HART a norma é a IEC60079 e, no caso dos protocolos FF e PA, as normas são IEC60079, FISCO e FNICO. E esses protocolos se adequam às exigências dessas normas para que eles possam trabalhar nessas áreas, pois, quanto maior a velocidade de transmissão dos dados, maior é o consumo dos processadores. Com isto temos elevação das temperaturas de superfície dos componentes e, consequentemente, as aplicações em áreas classificadas acabam se tornando perigosas. Então, para resolver este problema, o barramento H1, que é utilizado nos protocolos FF e PA, limita os níveis de energia e também a velocidade de transmissão dos dados (31,25 kbps), de acordo com os padrões de segurança da FISCO, FNICO, etc. Já no caso do HART, a velocidade de transmissão fica limitada em 1,2 kbps.

Deu pra entender?…rs Espero que sim. Mas caso tenha ficado alguma dúvida, podem ficar a vontade para questionar.Gostaria de agradecer aos colegas de trabalho César Cassiolato, Lellis Amaral, Edson Emboaba e Eder Batista pela ajuda na elaboração deste artigo.

Até mais!!!

Referência Bibliográfica:

[1] Material de Treinamento em Atmosferas Explosivas, Smar.

[2] Diretiva ATEX 94/9/EC.

[3] IEC/CENELEC.

Brasileira, mineira e engenheira. Formada em Engenharia Elétrica na PUC de Poços de Caldas, focada em redes de comunicações industriais e, agora, se aventurando como blogueira por aqui.

51 Comentários em O que são Áreas Classificadas e Atmosferas Explosivas?

  1. Danilo Bicalho disse:

    Me desculpe, mas o conceito de Área Classificada está errado.
    Área classificada e atmosfera explosiva são coisas completamente diferentes.
    Área classificada é um espaço onde pode haver concentrações de gases que gerem uma atmosfera explosiva em condições normais de processo.
    O exemplo citado do vazamento de gás não gera uma área classificada, mas sim uma atmosfera explosiva. Caso a cozinha fosse uma área classificada, todos os eletrodomésticos deveriam ter algum método de proteção.
    Pode parecer bobeira, mas os conceitos são importantes para que não tenham engenheiros falando bobagens por aí.

    • Rafaela Souza disse:

      Obrigada pela correção Danilo.

    • Renato Yoshida disse:

      Danillo, bom dia pequeno equívoco no seu comentário. “..´que gerem uma amosfera explosiva em condições normais de processo.” Não é só em condições normais, mas anormais também, haja vista que zona 2 são para condições anormais. Para condições normais tem-se zona 1. As normas de classificação de áreas trazem estas definições, porém não são aplicáveis para unidades familiares. sds renato yoshida

    • Moacir disse:

      Danilo, se você ler atentamente a explicação da Rafaela você vai var que em nenhum momento ela disse que cozinha é uma área classificada.
      Ela diz literalmente:
      … em Áreas Classificadas, sempre temos Atmosferas Explosivas (por exemplo, um tanque de armazenamento de álcool), porém, nem todos os lugares onde existem Atmosferas Explosivas são considerados Áreas Classificadas (por exemplo, a cozinha de casa com vazamento de gás).

  2. Rafaela Souza disse:

    Pessoal, houve uma confusão na explicação sobre as Áreas Classificadas e Atmosferas Explosivas. Peço desculpas a todos que leram o artigo com este erro.

    A correção já foi feita.

  3. Luciano disse:

    Errando também aprendemos Rafaela, não se envergonhe por isso.
    Parabéns…

  4. Daniel Maia disse:

    Estou começando o curso de Automação agora, e acompanho essas explicações. Muito obrigado pelas informações, e que continuem nesse belo trabalho.

    • Rafaela Souza disse:

      Obrigada Daniel.

      Esperamos continuar ajudando.

      🙂

    • Daniel normalmente os profissionais que estão relacionados em áreas classificadas são instrumentistas, que no conteúdo programático do curso visa comissionamento de equipamentos.
      Trabalho desde de 88 em industria petroquímica.
      Por si só a empresa já é área classificada, o grande X da questão é como classificar as zonas.
      Vale lembrar que tem empresas que você acha que não é classificadas mas a transformação de matérias primas pode resultar em uma explosiva.
      Grande abraço e estamos a disposição.
      Eng Carlos Almeida.

  5. Cleiton Santos disse:

    “O desenvolvimento de um trabalho de classificação de áreas em uma unidade industrial inicia-se com a análise da “probabilidade” da existência ou aparição de atmosferas explosivas nos diferentes locais e processos da planta, que serão posteriormente definidas como Zonas 0, 1 ou 2.
    Portanto, é necessário que existam produtos que possam gerar essas atmosferas explosivas podendo ser gases inflamáveis, líquidos inflamáveis ou ainda poeiras e fibras combustíveis, que podem ser liberados para o ambiente pelos equipamentos de processo que representam fontes potenciais de áreas classificadas”.

    Fonte: O Manual Básico de Atmosferas Explosivas. “PEQUENO MANUAL PRÁTICO DE INSTALAÇÕES ELÉTRICAS EM ATMOSFERAS EXPLOSIVAS” com sua publicação autorizada pelo Engenheiro Nelson M. Lopez – Project Explo – Soluções Integrais para Prevenção de Explosões

  6. Edmilson disse:

    Primeiramente devo agradecer a Rafaela pela nobre iniciativa de se dedicar a comunidade industrial e abordar tantos assuntos importantes e contribuir para o aprendizado de tantos outros.

    Como o assunto “automação” é tão amplo é normal que possa ocorrer algum erro de interpretação.

    Parabéns Rafaela e continue nos transmitindo teus conhecimentos, cujos são muito bem vindos.

    Abs.

  7. Marco Antonio Ribeiro disse:

    Vocês conhecem: Instalações Elétricas em Áreas Classificadas, de Marco Antonio Ribeiro? Se não, então conheçam.

    • Rafaela Souza disse:

      Olá sr. Marco,

      Agradeço a contribuição. Acabei de baixar seu livro na internet, pelo que vi parece ser, realmente, muito bom. Todos os conceitos envolvendo este temas estão bem detalhados. Parabéns pelo livro. Com certeza vai ajudar quem acompanha o blog a se inteirar mais sobre o assunto, já que este artigo teve como objetivo ser bem simples…apenas pra explicar a necessidade de usar protocolos específicos em Áreas Classificadas.

      Mais uma vez agradeço a dica.

      🙂

  8. Edson Quaresma disse:

    Muito bom o Material! Para quem tiver interesse em fazer o curso que trata de Instalações elétricas em atmosferas explosivas uma dica : O SENAI – RJ na Unidade de Benfica tem um laboratório completo e oferece um curso excelente. Os empregados da Petrobrás fazem o curso nessa unidade do SENAI.

  9. Helder Freire disse:

    Rafaela, com a intenção de agregar informações ao seu valioso artigo, acrescento que existem normas brasileiras ABNT que tratam deste assunto. Para exemplificar cito a NBR IEC 60079-14:2009: Atmosferas explosivas Parte 14: Projeto, seleção e montagem de instalações elétricas (de fato ela segue a IEC citada no post, mas é nossa referência para o Brasil, e claro, está em português); a partir desta, existem outras que tratam dos equipamentos utilizados em atmosfera explosivas. Outra referência no assunto é o Eng. Dácio de Miranda Jordão, que trabalhou na PETROBRAS dedicando-se a esta área e que á autor do livro MANUAL DE INSTALAÇOES ELETRICAS EM:INDUSTRIAS QUIMICAS, PETROQUIMICAS E DE PETROLEO. Realmente, as questões relativas às atmsferas explosivas nas indústrias não são tão simples de analisar, mas a inclusão de sua discussão em espaços como este, ajudam na disseminação de conceitos importantes para compreensão do tema. Parabéns pelo blog.

    • Rafaela Souza disse:

      Olá Helder,

      Com certeza este tema é beeeem vasto, e todo material que for indicado ajudará, a mim e outros leitores, no entendimento deste assunto.

      Muito obrigada pela dica do livro.

      🙂

    • Trabalho numa industria que fabrica Exaustores e Ventiladores PE para área classificada e ficamos muito apreensivo com a falta de informação técnica de algumas firmas que não levam isso a serio, Vejo que algumas firmas importantes não tem um depto técnico a altura para lidar com esse assunto e acabam pegando qualquer um para definir a compra do equipamento.
      Depois a planta industrial explode ai e que vão correr atras.

  10. Roberto Hung disse:

    Olá Rafaela,
    Parabéns pelo Blog.
    Só atualizando o padrão FNICO da FF não é mais utilizado. Atualmente é só FISCO para segurança intriseca. E um sistema mais atual é DART (Dynamic Arc Recognition and Termination) que foi desenvolvida pela Pepperl+Fuchs.

  11. Alexandre disse:

    Grande materia, parabéns!

  12. Gostaria de ressaltar que ao contrário do que foi escrito, todos os lugares onde existir a possibilidade de ocorrer uma Atmosfera Explosiva são ditos Áreas Classificadas; porém nem toda área classificada possui sempre uma atmosfera explosiva presente – exceto a zona 0. Outra fonte que possui muitas informações sobre o tema é o http://www.cabum-ex.net.br.

  13. luiz henrique disse:

    muito bom parabens….

  14. Roberto Rodrigues disse:

    E sempre bom ver profissionais dedicados a obter novos conhecimentos para seu aperfeiçoamento profissional. E melhor ainda e termos este canal aberto para se compartilhar nossas experiencias e conhecimentos obtidos ao longo da vida nas atividades de trabalho e dedicação para a obtenção de melhores técnicas de prevenção de acidentes, e até mesmo evitando catástrofes. A troca de informação é o melhor caminho para se chegar a perfeição,e obter a melhor opção para se solucionar um problema, muitas vezes fora do comum e aparentemente sem solução.O caminho do aperfeiçoamento e este ,a troca de conhecimento,de experiencias entre profissionais de diversas áreas diferentes co-relacionadas na área industrial para busca do melhor caminho a se tomar diante de uma solução necessária a ser implementada num projeto.Dessa maneira e que se geram novas técnicas e se aperfeiçoam as normas utilizadas por nós.Devemos sempre sermos responsáveis e inovadores para a obtenção de resultados positivos e seguros para a empresa e comunidade. Agradeço as informações!

  15. Miranda disse:

    Parabéns pelo artigo Rafaela muito bom mesmo continue assim……

  16. José Jorge de S.Oliveira - Macaé - RJ disse:

    Dentro do assunto Ex, é sempre bom analisarmos os artigos de dois renomados ¨experts¨: Roberval Bulgarelli e Estelito Rangel. Parabéns pelo tema proposto.

  17. Roverto Capiva disse:

    O eng Estellito Rangel Junior é o especialista que escreve todos os meses sua coluna na revista Eletricidade Moderna, desde 2003, ou seja, há 145 edições. Um marco, pois é a primeira coluna no Brasil totalmente dedicada ao tema Ex.
    Uma dica é que as colunas dele podem ser acessadas na íntegra na web, na versão online da revista.

  18. Suas informações me ajudaram a esclarecer dúvidas que eu tinha sobre atmosferas explosivas. A empresa em que trabalho está desenvolvendo um produto relacionado. Eu estava no mesmo paradigma rs “(Confesso que quando ouvi o termo ‘prova de explosão’ a primeira vez, achei que, se houvesse uma explosão no lugar, o equipamento continuaria intacto…hahahahaha…aiai).”

  19. Muito bom o artigo Rafaela.

    trabalho em Área classificada e entendo um pouco e procuro estudar pra aperfeiçoar o conhecimento e colocar em pratica, porém ouve só um deslize ali mais ta tranquilo.
    recomendo fazer um artigo(post) somente sobre atmosfera explosiva e vincula as Áreas classificadas pois não confunde o pessoal.

    obrigado e gostei muito

  20. lucio disse:

    Obrigado Rafaela pela seu post. Temos vida inteligente na Internet.

  21. Éder Montepe disse:

    Prezados, boa tarde! Ainda não conhecia essa página, parabéns pela desenvolvimento do produtor(a), é disso que o País precisa!

    Sobre o assunto área classificada, acho muito interessante, tenho desenvolvido alguns projetos elétricos onde encontro situações de risco, onde normalmente encontro áreas classificadas, porém deve-se observar as condições do ambiente, quanto a circulação de ar e pressão atm. Não basicamente devemos sair instalando os equipamento Ex, pois para o cliente é sem dúvida um investimento alto.

    Alguns colegas solucionam instalando exaustor em salas de baterias, mas eu digo não…Vai quer o exaustor falha. Se tornará bomba relógio.

    O assunto é vasto e curioso, qualquer conversa sobre o assunto me chamem estou dentro!

  22. Tenório disse:

    Pessoal gostei muito das informações mim esclarecerao muitas dúvidas sobre área classificada e atmosfera explosivas trabalho num local que tem gwradores, baterias,e eletródutos com cabos d 12 mm a ventilação é pouca as salas são separadas mas o local é bem perigoso

  23. Marcelo disse:

    Pessoal, estou procurando informação sobre a partir de qual graduação alcoólica de uma bebida, o ambiente se tornaria classificado com algum risco (zonas)…

  24. Francisco disse:

    Trabalho em ema unidade onde há duas caldeiras que opra com gás natural, essa unidade é um galpão de aproximadamente 40 metros de comprimento 12 metros de largura e 12 metros de altura existem duas portas em ambos os estermos na partte de frente e de trás do galpão.
    Para que essas caldeiras operem, as linhas de gás adentram pelo o gão e vai até os queimadores com as presenças de varias válvulas,flages e conexões inclusive o rack de uma das caldeiras fica na parte inerna do predio. Pergunta: Essa unidade está inserida no item 2 como area classificada? E se for a Empresa teria que pagar o adicional de periculosidade?

  25. Marcelo, o que define a classificação do ambiente não é a graduação alcoólica da bebida, mas a quantidade de vapores inflamáveis que ela emana e a concentração que os mesmos conseguem atingir no ambiente.

  26. Francisco, para saber se a área é classificada, terá que ser feito um estudo. A ABPA no Rio de Janeiro pode fazer esta avaliação (treinamentorj@abpa.org.br).
    O adicional de periculosidade deve ser visto com seu sindicato, pois há situações de acordos coletivos onde o pagamento pode estar ou não vinculado à existência de áreas classificadas. Ele pode orientá-lo a respeito.

  27. Acabou de ser lançado um treinamento prático, com instalações e equipamentos reais para áreas classificadas na ABPA Rio de Janeiro (treinamentorj@abpa.org.br), entidade com mais de 70 anos de tradição em segurança.

  28. Wagner Antonio Biffe disse:

    Boa noite.
    Gostaria que me indicasse algum livro alem da IEC 60079, para classificação de área. Qual o profissional habilitado para realizar esta atividade?

    grato.

  29. ninemoreira disse:

    olá, gostaria de saber quais são os proficionais que podem exercer tais atividades. obrigada

  30. Michael disse:

    Boa tarde
    Quais são os profissionais que podem executar atividades neste
    tipo de local?

  31. José Alexandre disse:

    É importante lembrar que existem painéis de controle que utilizam um sistema de pressurização para operarem em áreas classificadas. A pressão interna destes painéis ou mesmo armários de controle é maior do que a pressão atmosférica, desta maneira, os gases presentes na área classificada não entram no interior do mesmo.

  32. José Alexandre disse:

    A troca de informações técnicas, nem sempre constante nos meios da engª de controle, é muito importante e gratificante. As vezes uma simples explicação sobre um determinado dispositivo ou uma explanação sobre áreas classificadas, como foi feita acima, ajuda a sanar algumas dúvidas que sempre aparecem.

  33. Carlos Loro disse:

    Rafaela , parabéns peia sua iniciativa , trabalho com engenharia de segurança , mais com NR 13 (vasos de pressão) , e me foi solicitado um laudo de explosividade , deveria ser não explosividade rz,rz ;os comentários que li em seu blog , me foram de grande valia, obrigado; endosso o segundo comentário do José Alexandre 31/01. Carlos Loro

Deixe seu comentário...